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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Demorou mas chegou

Hoje chegou finalmente a minha pre-order do novo album de Circa Survive "Blue Sky Noise" (quase duas semanas de atraso). E às prestações devo dizer, já que chegou primeiro o poster apenas por volta do meio dia, e eu a pensar que o resto já teria sido extraviado. O resto lá chegou um pouco antes das quatro, não me perguntem como pois o carteiro só passa aqui uma vez ao dia. Nesta package veio a versão deluxe do album com 4 músicas bónus de sessões acústicas e ainda uma t-shirt que cedo observarão no meu corpo esbelto (quem não me costuma ver regularmente não desespere, pode ser que apareça uma foto no blog ou no facebook etc etc).

Como o album ainda está fresco na minha cabeça, não vou começar com as minhas análises de pseudo-entendedor de música, fica isso para depois. Deixo-vos então de momento umas imagens low quality dos goodies e ainda a promessa de tirar uma foto ao meu quarto quando o poster tiver na parede, já que o interesse por tal é universal.







O resto das fotos não aparecem na pasta não sei porquê. Se elas se decidirem a aparecer eu depois edito o post.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A luta continua...

Quero aqui deixar uma nota de apreço a todos os leitores do happiness is knife que levaram pancada do corpo de intervenção devido a motins causados em praça publica pelo descontentamento relativo à não actualização do blog durante largos periodos de tempo. O vosso esforço foi finalmente recompensado.

Um sincero obrigado.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Signos e tal

Logo eu que não acredito nestas tretas de signos, Zodíaco e outras estórias do arco da velha, deparo-me com isto:


LEÃO


O
chefe. Muito organizado. Precisa de ordem nas vidas deles/delas - como estar em controle. Gosta de limites. Tende a assumir tudo. Mandão. Gosta de ajudar os outros. Social e gosta de sair. Extrovertido. Generoso, amável. Sensível. Energia criativa. Confiantes neles próprios. Bons amantes. Fazer a coisa certa é importante para Leão. Atraente.


TUDO VERDADE

Sem ideias

Epah, ando sem grandes ideias sobre o que escrever aqui no tasco... aceitam-se sugestões ali na zona dos comments.

And just so you know:

sábado, 3 de outubro de 2009

Foderam-me a puta do vidro!!111!!eleven1

Quando a meio da noite, e já com a bebedeira, vos passar pela cabeça "eish deixa-me atirar aqui com esta garrafa de cerveja pelo ar a ver onde vai parar" ou "bora começar a partir vidros com este pau que eu aqui tenho" please don't. É que pode estar por lá o meu carro estacionado.

Fica aqui o recado.

domingo, 13 de setembro de 2009

Sexo em público: sim ou não?

Podem deixar respostas na secção dos coments.

Vamos por partes. Sexo, pensarão vocês, é bom em qualquer lado ou de qualquer maneira, certo? Errado. Será bom se forem vocês mesmos a praticá-lo. E mesmo sendo vocês os intervenientes no acto do "amor" em público, que fazer caso sejam apanhados? E caso sejam apanhados com a "boca no trombone" (nunca antes esta expressão se adequou tão bem) por um amigo ou conhecido?

Passo então ao relato da minha ocorrência.

Não, não fui eu o apanhado em flagrante (nem sei se feliz ou infelizmente). Numa determinada noite de agosto, vinha eu de uma corrida nocturna quando me deparo com um homem e uma mulher a praticarem o coito num largo aqui da minha terra. Foi constrangedor e cómico ao mesmo tempo pois eu conhecia o interveninente masculino. Vou-me aventurar e tentar contar tudo o que se passou em detalhe, sob a forma de conto erótico. Não vou colocar aqui os nomes dos intervenientes. Fui eu, o Pedro e uma Jane Doe.


"Era meia noite. A lua estava alta. O céu estrelado. O suor escorria-me pela cara e pelo peito, mas com fulgor continuava a minha corrida nocturna. Os músculos começavam a enrigecer. O acelerado batimento cardíaco dificultava a respiração. Tinha que descansar; recuperar o fôlego; deixar o sangue fluir calmamente, irrigando os vasos sanguíneos do corpo. Decido abrandar a marcha quando me encontro num largo amplo. Neste preciso momento, avisto duas pessoas ao longe. Que fariam elas ali aquelas horas? Num ímpeto de curiosidade, decido continuar o meu caminho, descobrir por mim mesmo. Aproximo-me calmamente, sem dar nas vistas. Começo a conseguir discernir melhor os traços e formas. Encostada a um carro encontra-se uma mulher. Virada para ela, um homem, com o peso do mundo, pressiona o seu corpo contra a viatura. Ela alçava a perna esquerda de forma a facilitar o movimento selvático masculino; movimentos pautados de desejo e luxúria ajudavam a descarregar a líbido. Naquele momento, eles eram um só. Não se teriam eles apercebido da minha presença? Não os queria incomodar, mas também como escaparia eu dali sem ser notado? Continuei a andar na mesma direcção, fingindo nada ter visto. Quando passo mesmo ao lado do casal, uma cabeça vira-se na minha direcção. Calmamente exclamo um "boa noite" seguido de um riso nervoso, acelero o passo e deixo a cena. Estava ali a mais."


FIM


Resumindo para quem não tiver paciência para ler o post todo: sou o verdadeiro empata-fodas.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mega actualização

Nunca sei como começar estes textos, porra...

Ora bem: já não parava em casa desde terça feira passada, por isso é natural que o blog tenha andado meio parado e que por isso muitas pessoas tenham quase morrido de ansiedade à espera de um update. Aqui está ele.

No dia 25 decidi assim de repente ir passar uns dias a Gaia com o amigo ssh, já que estava farto de estar em casa a matar lulas gigantes. Entre violentos gibs de street fighter IV, alegria, guitarradas ao ar livre e pinga, bons momentos foram passados.

Como também rapidamente me farto de estar no mesmo sitio, no dia 28 lancei-me ao desafio e meti-me no metro para a póvoa do varzim, sem grande razão aparente (ou então porque tinha saudades de uma certa pessoa) e também sem tecto onde ficar. Esta ultima parte rapidamente ficou resolvida pois a "dona Carmo" arranjou-me um quarto lavadinho por 10 euros. Atenção que o nome da senhora está entre parêntesis porque duas malandras ludibriaram-me em chamar-lhe isso quando o verdadeiro nome dela era Lurdes, que vergonha -.-' (eu ria-me era se na realidade ela fosse Lurdes do Carmo, pois ela nunca reclamou).
Muita praia, mais alguma pinga, suecadas e convívio com malta porreira. Não me fartava daquilo tão cedo, pois a companhia era do melhor.

Na madrugada de 30 para 31, cinco turistas (nos quais estou incluído) deslocaram-se para o aeroporto Sá Carneiro porque tinham bilhetes para Madrid de ida e volta, tudo pela módica quantia de 2 euros. Leram bem, não é nenhum typo... isto é só para quem sabe, e nós sabemos.
Passámos lá 3 dias a galhofar como gente grande, sendo que cada pessoa tinha atributos especiais: uma super arrotadora; uma semi arrotadora / peidona; uma que insistia que em tudo calhava cócó; outra que achava que tropeçar em escadas era porreiro e por fim uma que, como o monstro das bolachas, anda sempre munido de biscoitos. Será que sabes reconhecer quem é quem?

Bem, não me vou alongar muito mais sobre Madrid, visto que quando tiver as fotos, devo postar aqui algumas para vos fazer inveja e falar sobre a experiência. Agora deixem lá de ler isto e ide fazer alguma coisa de útil.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

E passados 3 dias do meu aniversário...

... eis que recebo a minha primeira prenda.

Estava eu tranquilamente a degustar umas belas almôndegas quando de repente chega o ilustre senhor do correio à porta de casa, cumprindo com o seu dever diário de nos trazer a boa nova. O meu pai rapidamente se apronta a ir falar com ele, devido a assuntos aos quais sou completamente alheio. Após o seu regresso, uma questão ecoou pelo espaço e tempo da minha cozinha, através da vibração de ondas sonoras em frequências de alcance mais que suficiente para serem audíveis:

"Quem é o Paulo Bambi?"

Pois é caros senhores e senhoras (suspense, rufar de tambores, wait for it etc, etc...) o Paulo Bambi, sou eu. Bambi 20% disney e 80% Calvin & Hobbes mas não me vou alongar muito mais sobre este assunto.

Prontamente me levantei, de peito erguido, e repondi com a minha voz caracteristicamente máscula que a carta era para mim. Dentro desta vinha um objecto e uma folha escrita, de onde destaco a seguinte quote: "(...) a única coisa que te (me) faz mesmo falta neste momento" ou seja, uma lâmina de barbear. É bom saber que ainda existe alguém que me conhece minimamente bem.

Como não gosto de deixar questões por responder (já chega não saber qual a origem do universo, a razão para a existência humana ou para onde vai a meia que desaparece de um dos pares todas as vezes que lavamos a roupa, entre outras...), o espaço que se segue é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes:


Rosa Maria Gertrudes:
Saudades?
Bambi: Saudades implicam acontecimentos passados. Neste momento não me interessa muito de onde venho, mas sim para onde vou. Ou seja, ya mais ou menos.

R:
Como correu o aniversário?
B: Acho que a palavra "normal" nunca se adequou tanto.

R:
Achavas que me esquecia de ti?
B: Claro que não. Andas sempre comigo na cabeça. Estavas tão ansiosa que não aguentaste e acabaste por me dar os parabens um dia mais cedo.


Para finalizar este post quero ainda enaltecer as tuas stalking skills (não me lembro de te ter dado a minha morada lol), e dizer que adorei a surpresa. Vou guardar esta carta num sitio especial e não no mesmo caixote onde tenho centenas de cartas das outras admiradoras.


Thanks Rosa Maria Gertrudes aka Halag

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Happiness is a knife when the world's on its side and your mind's on fire



O "happiness is a knife" roubou o seu nome, sem qualquer tipo de escrúpulos, a uma banda americana chamada "the dear hunter", mais concretamente à música "1878". Roubou e saiu impune, pois esta escolha não foi feita ao acaso:


We got away, we got away and survived.
Stunned by the shock and fearing what's behind.
Everything you thought you lived and died for,
Every reason leading you to here.
All of the sounds have trickled past your introspective ear,
In an attempt to discover what's behind.

Branches twisting, reaching for the sky
Hands extending, waiting for this

Fell in another hole
For the knife, for the knife
Loss of control
For the knife, for the knife
I'm in another hole
For the knife, for the knife
Bleed myself dry
Save my life' save my life'.

Hands inflected clearly point my way,
Stunned by the sight and fearing what exists,
Everything you thought you lived and died for,
Every reason leading you to here,
All of the sounds have trickled past your introspective ear,
In an attempt to discover what's behind'

Fell in another hole
For the knife, for the knife
Loss of control
For the knife, for the knife
I'm in another hole
For the knife, for the knife
Bleed myself dry
Save my life' save my life'.




Gosto de interpretar esta música como sendo uma chamada de atenção sobre a origem das forças que nos movem, as razões que nos levaram a seguir um tal caminho que até ao presente nos trouxe e até que ponto estamos nós ao volante durante a viagem. "Happiness is a knife" indeed porque todas estas motivações têm dois lados: quantas vezes na nossa vida a nossa felicidade (genuina ou ilusória) causa infelicidade nos outros? quantas vezes somos obrigados a fugir do caminho que queremos? quantas vezes seguimos viagem iludidos? de onde vimos e para onde vamos? e a dívida económica externa?

Por começar neste "outro buraco" uma viagem e querer ver onde ela nos leva, decidi usar esse excerto então no header do blog (ou então foi só porque o texto é realmente poético e achei giro mas ainda assim tentei armar-me em esperto).

Afinal, o que vem a ser isto?

Isto é, sem qualquer sombra de dúvidas o "meu" blog. E porque razão alguém alguém haveria de se interessar por aquilo que escrevo? Aí reside o cerne da questão: por razão nenhuma. Mas contudo, aqui te encontras caro leitor, atento ao meu devaneio momentaneo em forma de catadupa textual, e por isso bem hajas.

Se por teimosia (e possivelmente sem vidismo) aqui continuares a parar, encontrarás opiniões sobre expericências de vida (seja em forma de desabafo ou simples resenha social), crítica musical pois a música é uma das, senão a maior paixão da minha vida, tentativa de texto cómico (não pensem que isto vai ser sempre assim sério), ou qualquer outro assunto aleatorio que me atinja o consciente.

Declaro então abertas as hostilidades.
Sejam meigos comigo.